A AIRA nasceu de uma observação simples: quase toda solução de IA para a saúde é feita por quem nunca esteve na clínica. Decidimos fazer o contrário.
A AIRA é um estúdio de soluções com inteligência artificial para a saúde. Construímos para oncologia, cirurgia, urologia, pesquisa clínica e operação de clínica — e cada solução resolve um problema que vivemos de perto.
O nosso método é o da engenharia: cada solução vai para produção. É usada por médicos de verdade, com pacientes de verdade. Não fazemos protótipos de vitrine — fazemos soluções que entram no fluxo de trabalho e ficam.
E o nosso ponto de partida é sempre o cuidado. A clínica define a solução — nunca o contrário. A inteligência artificial, por mais avançada, é só o meio. O fim é um paciente melhor atendido.
“Não vendemos tecnologia. Criamos soluções de valor para quem cuida.”
Visão clínica e técnica na mesma pessoa — é isso que define a AIRA.
Urologista formado pela USP, é Coordenador da Subdiretoria de Tecnologia em Saúde da Sociedade Brasileira de Urologia. Na AIRA, conduz tanto a visão clínica quanto a construção das soluções — e é essa dupla competência, estar dentro da medicina e saber construir com IA, que permite à empresa criar soluções que clínicos realmente usam.
Quatro princípios. Eles aparecem em cada solução que entregamos.
Uma solução só conta quando está em uso clínico. Demos e protótipos não são entrega — produção é.
O problema do cuidado define a solução. Nunca o inverso — nada de tecnologia à procura de problema.
Código revisado, dados protegidos, conformidade com a LGPD. Uma solução clínica não pode ser bonita e errada.
Cada projeto faz uma coisa — e faz bem. Soluções focadas se combinam; plataformas que fazem tudo, não.
Por que uma ave brasileira azul representa um estúdio de soluções com IA.
O símbolo da AIRA é o saí-azul (Dacnis cayana), uma pequena ave brasileira de plumagem azul-viva.
Ele foi desenhado em facetas poligonais — preciso como um desenho técnico, mas vivo como um ser que voa. É exatamente essa a tensão que a AIRA persegue: o rigor da engenharia e a leveza de algo feito para a vida.
O voo é ascendente. E o azul não é decoração: é a cor da clareza e da confiança — o que toda solução clínica deve oferecer a quem decide sob pressão.